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PONTO DE CULTURA MARACATU NAÇAO PORTO RICO
O Ponto de Cultura é a ação prioritária do Programa Cultura Viva e articula todas as demais ações do Programa Cultura Viva. Iniciativas desenvolvidas pela sociedade civil, que firmaram convênio com o Ministério da Cultura (MinC), por meio de seleção por editais públicos, tornam-se Pontos de Cultura e ficam responsáveis por articular e impulsionar as ações nas comunidades. Atualmente, existem mais de 650 Pontos de Cultura espalhados pelo país e, diante do desenvolvimento do Programa, o MinC decidiu criar mecanismos de articulação entre os diversos Pontos, as Redes de Pontos de Cultura e os Pontões de Cultura.
O Ponto de Cultura não tem um modelo único, nem de instalações físicas, nem de programação ou atividade. Um aspecto comum a todos é a transversalidade da cultura e a gestão compartilhada entre poder público e a comunidade. Para se tornar um Ponto de Cultura é preciso participar da seleção por meio de edital público – até hoje a Secretaria de Programas e Projetos Culturais do MinC, que coordena o Programa Ponto de cultura.
OFICINAS DO PONTO DE CULTURA DA NAÇAO PORTO RICO
*Informatica
*Confecçao de adereços
*Corte e custura
*Percussao
*Confecçao de instrumentos de percussao
*Aulas de dança
*Palestras
Rua Eurico Vitruvio n° 483 barrio do Pina – comunidade do Bodê – Recife/Pe
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O SOM DO APITO
O som de um apito determina o início e o fim de uma toada. O instrumental do Maracatu de Baque Virado é exclusivamente de percussão. O Gonguê, o tarol, a caixa de guerra e as alfaias complementam-no e dão ao cortejo como que um caráter de encontro místico entre os seus participantes. A dança mantém as origens africanas.
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ORIGEM DO AXÉ DO REI RIVA
Rei Riva
Natural de Pernambuco numa linda cidade cheia de tradiçao, religiao e cultura durante tempos de convivencia na minha vida na minha religiao aprendir admirar as maravilhas da natureza ligada aos Nkises.
venho crescendo sempre
gostando da minha vida espiritual aonde eu mim encontro realizado com
muito axé e orgulho no Abassá Omim Axé de Dandalunda sendo filho do Tata Moacir de Angola.
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QUEM SAO OS ORIXÁS
Orixás são elementos da natureza. Quando cultuamos nossos orixãs, cultuamos também as forças elementares oriundas da água, da terra, do ar, do fogo. Essas forças em equilíbrio produzem uma enorme energia (o Axé) que nos auxilia em nosso cotidiano, tornando nosso destino cada vez mais favorável. Assim, quando dizemos que adoramos deuses, adoramos na verdade as forças da natureza, pertencentes à criação do Grande Pai, conhecido por nós como Olorum.
No Brasil, erroneamente, diz-se que Oxalá é o Pai maior. Na realidade, Oxalá é o mais velho e mais respeitado dos orixás, correspondendo no sincretismo cristão à Jesus Cristo. Olorum então corresponderia à idéia de Deus, uma vez que a maioria das nações africanas é anterior à Era Cristã, reconhecendo a figura de tal orixá como o Grande Criador. É importante observar que Olorum não se manifesta corporalmente, estando acima da vaidade pessoal e de religiões que buscam sempre monopolizar o seu poder.
Quase todos os orixás tiveram uma curta passagem pelo nosso mundo, protagonizando fatos heróicos ou divinos. Ao retornarem ao Orum (céu), nos deixaram segredos e ensinamentos, encurtando a ligação entre o material e o espiritual.
Do Século XVI até o final do XIX as Nações foram regidas pelos Orixás Xangô (deus do trovão, justiceiro) e Iansã (deusa do raio, guerreira), Rei e Rainha do povo Nagô. Em 1889, com o término da instituição dos Reis do Congo, foram fracionadas as antigas Nações Negras. Temendo uma possível união organizada entre elas, os “grandes senhores” deixaram os babalorixás (Pais-de-Santo) como líderes dos membros de suas respectivas Nações de Candomblé. Este acontecimento fez com que os babalorixás difundissem livremente os princípios de sua religião, marcando o início do domínio de vários Orixás (santos) nas Nações de Maracatu.
A influência das entidades africanas também pode ser sentida com intensidade nas calungas. Ainda na África, bonecas semelhantes, chamadas lungas, eram ligadas aos ritos de chamar chuva e fertilidade. Cada lunga vivia num determinado curso d’água, e era guardada por uma linhagem, cujo chefe conhecia o segredo da comunicação com o axé (forças espirituais) que a boneca continha. Essa linhagem sobrepunha-se às demais e seu líder possuía autoridade territorial sobre toda a área banhada pelo rio onde morava a lunga. Até os nossos dias a calunga faz parte do ritual do maracatu, encarnando a força dos antepassados do grupo. Em sua honra são cantadas, ainda dentro da sede, as primeiras toadas.
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Carnavalesco da Nação Porto Rico
Carnavalesco
“Pessoa que organiza e executa as diversas atividades ligadas ao carnaval, principalmente desfiles de escola de samba e maracatu”
Fonte: Dicionário Michaelis
O carnavalesco Paulinho da Naçao do Maracatu Porto Rico é o profissional responsável pela produção do desfile do maracatu no qual trabalha. O desfile do maracatu ocorre no carnaval, que no Recife/Pe Brasil é uma festa muito popular, que movimenta o turismo e o comércio em todo o país. O carnaval acontece em fevereiro, porém o carnavalesco trabalha durante um ano todo coordenando os detalhes do desfile, como por exemplo, a produção das fantasias e adereços e etc. É papel do carnavalesco garantir que todos os processos necessários ao andamento do desfile estejam corretos e que a harmonia do maracatu na avenida não seja prejudicada por nenhum detalhe esquecido.
Não existe formação necessária para ser um carnavalesco. Por ser uma profissão ligada às artes e à cultura, o aprendizado vem com a prática e, geralmente, os profissionais dessa área fazem parte da comunidade de maracatu,escola de samba. É necessário que o profissional esteja sempre disposto à aprender e à se atualizar, podendo fazer cursos de artes, música ou coordenação de eventos.
“O Carnaval não é invenção do Diabo, como dizem algumas religiões. Talvez seja invenção de algumas religiões, como dizem os carnavalescos”!
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