MESTRE SHACON

Filho da Yalorixá e Rainha D. Elda Viana, desde criança, sempre esteve presente a todas as atividades religiosas e culturais desenvolvidas dentro da Nação do Maracatu Porto Rico, vivendo dia a dia o exercício do aprendizado.

Em 1987 passou a ser o contra-mestre dos batuquerios.

Em 1990 viajou com a Nação Porto Rico para Itália, Bélgica, Espanha, Alemanha e França. Através dessa turnê passou a ser reconhecido como Mestre. Já na Alemanha fez sua primeira Oficina, para grupos em Berlim e Colônia.

Em 1999 ministrou Oficina de 01 mês a Leuri Cout (PHD em música e diretor do Centro de Música da Universidade da Florida).

Em 2000 produziu o 1º CD do Porto Rico (No Baque das Ondas), com 14 faixas e uma multimídia através do Sistema de Incentivo à Cultura do Estado.

Em 2002 participou do Mercado Cultural e Conferência Nacional de Cultura (SP).

Em 2003, através da Produções e Arte, participou do “Projeto Maracatu de Pernambuco”, realizou oficinas em São Paulo (Lar de Icaro e Casa da cultura), Rio de Janeiro (Fundição e Rio Maracatu) e Brasília (UFDF). Também em 2003 participou do Fórum cultural Mundial realizado em Salvador.

Em 2004 com seus 98 batuqueiros foi o batuque nota 10 no Carnaval de Pernambuco, formou grupo escolhido dentro das Oficinas realizadas na Sede do Porto Rico para participação com Nana Vasconcelos no encerramento do Festival de Arte de Aracaju.

Em 2009 gravou seu  segundo CD  ao vivo com o titulo A Noite do Dênde, com  loas inéditas e a participação da rainha e yalorixa Elda Viana gravado na terça negra em Recife/PE  produzido pelo mestre Shacon Viana.

Nos últimos anos, desenvolve sua metodologia de ensino através do híbrido entre candomblé (religiosidade) e maracatu (compromisso) na Sede da Nação Porto Rico, onde Mestre Shacon já iniciou mais de 500 oficineiros pelo Brasil e exterior…


****** Na Gira com o Mestre******

Propostas para as oficinas de mestre Shacon Viana em 2011

Com Shacon Viana, mestre do Maracatu Nação Porto Rico

Depoimentos de sua história real – vivida e ouvida – contada por quem na viveu e vive essa manifestação cultural afrobrasileira junto com vídeos e em diálogo com o público baseado no livro “ Do religioso ao profano”, de mestre Shacon Viana.

Através da história oral do maracatu de baque virado, particularmente do Maracatu Nação Porto Rico, vamos conhecer seus fundamentos, história e religiosidade, a fundamentação de uma nação com os grupos que tocam seu repertório, a importância da nação para os grupos e dos grupos para a nação.

Duração – 3 horas Público alvo – aberta à população –

Oficina de Baques de Porto Rico – duração – 3 horas. ( A Oficina de Baques pode ser também dividida entre iniciantes e avançados).

O ideal seria que todo grupo tivesse as duas atividades,  entender a música de Porto Rico (loas, baques, virações, convenções), mas também seus fundamentos e o relacionamento que está sendo criado entre a nação e os vários grupos que estudam sua música.

EMAIL DO MESTRE: jshacon@hotmail.com

entrevista com MESTRE SHACON VIANA

“As nações são as nações, tudo o mais, desde que haja respeito,
vem para reforçar o que a gente faz, dar força”

Filho da Yalorixá (sacerdotisa da Macaia Ylê do Oxossi Guangobira) e Rainha do Maracatu Nação Porto Rico, Dona Elda Viana, desde criança Mestre Chacon esteve presente nas atividades religiosas e culturais desenvolvidas dentro da Nação, vivendo diariamente o “aprendizado”.

Como era o maracatu antigamente?

No maracatu antigamente era tudo muito pobre. Fazer maracatu era assinar atestado de pobreza. Era visto como coisa do mal, de “macumbeiros”, havia muita discriminação. Andávamos a pé, passamos fome, sede, ninguém queria dizer que era batuqueiro. Tinha o desprezo da sociedade, do poder público, de todo mundo. Hoje a situação é diferente, tem maracatu aí que é só gringo tocando no Carnaval.

Na Nação Porto Rico tem muitos de fora?

Na Nação 90% dos batuqueiros é nativo, da comunidade, e 70% ligado à questão religiosa.

Como conheceu o maracatu?

Quando tinha sete anos. Minha mãe, Dona Elda, me levava junto na casa de seu avô de santo Eudes, que estava lhe ensinando o conhecimento do Ifá (Jogo de Búzios). Era depois da escola, nos finais de tarde. Eudes falava sobre o maracatu e eu já criança, ouvia atento. Minha mãe começou a sair de baiana e eu de índio. Os irmãos de lanceiro e outros personagens, todos envolvidos desde cedo. Apesar de ser novo –tenho 38 anos, sou o segundo mestre com mais tempo de maracatu na atividade (atrás apenas de Mestre Toinho – Encanto da Alegria), já são 31 anos de estrada.

Quais as conquistas da Porto Rico?

Desde 1980, quando passou para as mãos de Mãe Elda, a Nação Porto Rico perdeu três vezes no Carnaval e empatou duas.

O que é maracatu?

Maracatu é religião, é vida, comunidade, força, conjunto. Tudo que não se consegue ver, só sentir.

Como você define a música da Nação?

O baque de Porto Rico é chamado Baque das Ondas, pela forma cadenciada que lembra as batidas das ondas do mar. É a única nação que utiliza os atabaques. Já fui muito criticado por isso, mas os pesquisadores afirmam que o tambor de mão era um instrumento presente no maracatu antigamente. A grande antropóloga Katarina Real, Guerra Peixe e Leonardo Dantas, relatam que no maracatu eram utilizados instrumentos afunilados tocados com a mão ou baqueta. Também triângulos, alfaias, zambumbas e a corneta de flandre. O nosso baque tem bastantes variações e toques dos orixás. As toadas falam muito sobre a religião.

Como você define Nação?

É a força maior que rege a religião. Na visão da Nação Porto Rico não se separa o candomblé do maracatu, andam no mesmo sentido, respiram o mesmo ar. Os ogans do terreiro são os batuqueiros do maracatu, os batuqueiros do maracatu trabalham dentro do terreiro, é tudo próximo, tudo junto. Nas outras nações costuma-se fazer a separação: profano é o maracatu, religioso a nação. Na Porto Rico não existe essa separação.

Pelas toadas se percebe, se fala muito sobre os orixás. Dona Ivanise (fundadora da Nação Encanto da Alegria) falava muito isso, que o maracatu era a religião dela. E não tem mesmo como separar.

Como você enxerga a responsabilidade do apito?

O mestre de apito tem a mesma responsabilidade que um ogan alagbê, tem que ter muito conhecimento, e compromisso sobre o que vai ser cantado, tocado. Tem a mesma responsabilidade que uma rainha num cortejo, com a diferença de que nem todos os mestres têm compromisso religioso.

E a pesquisa dos grupos, as influências?

Imagem de Amostra do You Tube

(Ensaio da viração Bloco de Pedra,SP. – Porto Rico  com Rumenigui e Daivdson)

A base para estudar o maracatu é o respeito. É preciso muito conhecimento sobre o que se está fazendo. Vocês aí não são Nação, mas estão representando elas, por isso a responsabilidade é muito grande. Os grupos que estudam têm que fazer muita pesquisa, buscar com os mestres, na fonte, porque a tradição oral é o mais valioso nessa cultura. Livros ajudam, mas ficam defasados e não reproduzem totalmente a realidade do que é o maracatu. Conhecer cada nação, seus conceitos, e a questão religiosa é fundamental para um grupo que tem responsabilidade. O conhecimento do candomblé é essencial. Independente de ser de outra religião, tem que saber o que está fazendo. Porque qualquer dia alguém bota um microfone na sua boca e te pergunta o que é maracatu, você vai dizer o quê? Se souber o fundamento vão ver que não é simplesmente uma branquinha, universitária, que toca tambor porque acha bonitinho. Vão ver que você sabe o que está fazendo, que tem responsabilidade, que honra o maracatu.

Você tem mais algum conselho para os grupos?

Nunca utilizar o nome “Nação”, é algo que envolve muito axé, soa como um desrespeito à origem. Também não se deve achar que as nações são como times de futebol: o maracatu é um só. Você pode gostar mais de uma nação, ou de outra, mas deve respeito a todas.

E sobre as influências do maracatu na música, como fez o Nação Zumbi, o que você acha?

Eu acho legal, desde que se tenha consciência, não tenho nada contra, é arte, é música, as nações são as nações, tudo o mais, desde que haja respeito, vem para reforçar o que a gente faz, dar força.

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Gravação do Maracatu Porto Rico, projeto Inventário Sonoro dos Maracatus Nação de Pernambuco, financiado pelo FUNCULTURA e executado no Laboratório de História Oral e da Imagem da UFPE (LAHOI).

Imagem de Amostra do You Tube

entrevista com MESTRE SHACON VIANA

“As nações são as nações, tudo o mais, desde que haja respeito, vem para reforçar o que a gente faz, dar força”

Filho da Yalorixá (sacerdotisa da Macaia Ylê do Oxossi Guangobira) e Rainha do Maracatu Nação Porto Rico, Dona Elda Viana, desde criança Mestre Chacon esteve presente nas atividades religiosas e culturais desenvolvidas dentro da Nação, vivendo diariamente o “aprendizado”.

Como era o maracatu antigamente?

No maracatu antigamente era tudo muito pobre. Fazer maracatu era assinar atestado de pobreza. Era visto como coisa do mal, de “macumbeiros”, havia muita discriminação. Andávamos a pé, passamos fome, sede, ninguém queria dizer que era batuqueiro. Tinha o desprezo da sociedade, do poder público, de todo mundo. Hoje a situação é diferente, tem maracatu aí que é só gringo tocando no Carnaval.

Na Nação Porto Rico tem muitos de fora?

Na Nação 90% dos batuqueiros é nativo, da comunidade, e 70% ligado à questão religiosa.

Como conheceu o maracatu?

Quando tinha sete anos. Minha mãe, Dona Elda, me levava junto na casa de seu avô de santo Eudes, que estava lhe ensinando o conhecimento do Ifá (Jogo de Búzios). Era depois da escola, nos finais de tarde. Eudes falava sobre o maracatu e eu já criança, ouvia atento. Minha mãe começou a sair de baiana e eu de índio. Os irmãos de lanceiro e outros personagens, todos envolvidos desde cedo. Apesar de ser novo –tenho 38 anos, sou o segundo mestre com mais tempo de maracatu na atividade (atrás apenas de Mestre Toinho – Encanto da Alegria), já são 31 anos de estrada.

Quais as conquistas da Porto Rico?

Desde 1980, quando passou para as mãos de Mãe Elda, a Nação Porto Rico perdeu três vezes no Carnaval e empatou duas.

O que é maracatu?

Maracatu é religião, é vida, comunidade, força, conjunto. Tudo que não se consegue ver, só sentir.

Como você define a música da Nação?

O baque de Porto Rico é chamado Baque das Ondas, pela forma cadenciada que lembra as batidas das ondas do mar. É a única nação que utiliza os atabaques. Já fui muito criticado por isso, mas os pesquisadores afirmam que o tambor de mão era um instrumento presente no maracatu antigamente. A grande antropóloga Katarina Real, Guerra Peixe e Leonardo Dantas, relatam que no maracatu eram utilizados instrumentos afunilados tocados com a mão ou baqueta. Também triângulos, alfaias, zambumbas e a corneta de flandre. O nosso baque tem bastantes variações e toques dos orixás. As toadas falam muito sobre a religião.

Como você define Nação?

É a força maior que rege a religião. Na visão da Nação Porto Rico não se separa o candomblé do maracatu, andam no mesmo sentido, respiram o mesmo ar. Os ogans do terreiro são os batuqueiros do maracatu, os batuqueiros do maracatu trabalham dentro do terreiro, é tudo próximo, tudo junto. Nas outras nações costuma-se fazer a separação: profano é o maracatu, religioso a nação. Na Porto Rico não existe essa separação.

Pelas toadas se percebe, se fala muito sobre os orixás. Dona Ivanise (fundadora da Nação Encanto da Alegria) falava muito isso, que o maracatu era a religião dela. E não tem mesmo como separar.

Como você enxerga a responsabilidade do apito?

O mestre de apito tem a mesma responsabilidade que um ogan alagbê, tem que ter muito conhecimento, e compromisso sobre o que vai ser cantado, tocado. Tem a mesma responsabilidade que uma rainha num cortejo, com a diferença de que nem todos os mestres têm compromisso religioso.

E a pesquisa dos grupos, as influências?

A base para estudar o maracatu é o respeito. É preciso muito conhecimento sobre o que se está fazendo. Vocês aí não são Nação, mas estão representando elas, por isso a responsabilidade é muito grande. Os grupos que estudam têm que fazer muita pesquisa, buscar com os mestres, na fonte, porque a tradição oral é o mais valioso nessa cultura. Livros ajudam, mas ficam defasados e não reproduzem totalmente a realidade do que é o maracatu. Conhecer cada nação, seus conceitos, e a questão religiosa é fundamental para um grupo que tem responsabilidade. O conhecimento do candomblé é essencial. Independente de ser de outra religião, tem que saber o que está fazendo. Porque qualquer dia alguém bota um microfone na sua boca e te pergunta o que é maracatu, você vai dizer o quê? Se souber o fundamento vão ver que não é simplesmente uma branquinha, universitária, que toca tambor porque acha bonitinho. Vão ver que você sabe o que está fazendo, que tem responsabilidade, que honra o maracatu.

Você tem mais algum conselho para os grupos?

Nunca utilizar o nome “Nação”, é algo que envolve muito axé, soa como um desrespeito à or

entrevista com MESTRE SHACON VIANA

“As nações são as nações, tudo o mais, desde que haja respeito, vem para reforçar o que a gente faz, dar força”

Filho da Yalorixá (sacerdotisa da Macaia Ylê do Oxossi Guangobira) e Rainha do Maracatu Nação Porto Rico, Dona Elda Viana, desde criança Mestre Chacon esteve presente nas atividades religiosas e culturais desenvolvidas dentro da Nação, vivendo diariamente o “aprendizado”.

Como era o maracatu antigamente?

No maracatu antigamente era tudo muito pobre. Fazer maracatu era assinar atestado de pobreza. Era visto como coisa do mal, de “macumbeiros”, havia muita discriminação. Andávamos a pé, passamos fome, sede, ninguém queria dizer que era batuqueiro. Tinha o desprezo da sociedade, do poder público, de todo mundo. Hoje a situação é diferente, tem maracatu aí que é só gringo tocando no Carnaval.

Na Nação Porto Rico tem muitos de fora?

Na Nação 90% dos batuqueiros é nativo, da comunidade, e 70% ligado à questão religiosa.

Como conheceu o maracatu?

Quando tinha sete anos. Minha mãe, Dona Elda, me levava junto na casa de seu avô de santo Eudes, que estava lhe ensinando o conhecimento do Ifá (Jogo de Búzios). Era depois da escola, nos finais de tarde. Eudes falava sobre o maracatu e eu já criança, ouvia atento. Minha mãe começou a sair de baiana e eu de índio. Os irmãos de lanceiro e outros personagens, todos envolvidos desde cedo. Apesar de ser novo –tenho 38 anos, sou o segundo mestre com mais tempo de maracatu na atividade (atrás apenas de Mestre Toinho – Encanto da Alegria), já são 31 anos de estrada.

Quais as conquistas da Porto Rico?

Desde 1980, quando passou para as mãos de Mãe Elda, a Nação Porto Rico perdeu três vezes no Carnaval e empatou duas.

O que é maracatu?

Maracatu é religião, é vida, comunidade, força, conjunto. Tudo que não se consegue ver, só sentir.

Como você define a música da Nação?

O baque de Porto Rico é chamado Baque das Ondas, pela forma cadenciada que lembra as batidas das ondas do mar. É a única nação que utiliza os atabaques. Já fui muito criticado por isso, mas os pesquisadores afirmam que o tambor de mão era um instrumento presente no maracatu antigamente. A grande antropóloga Katarina Real, Guerra Peixe e Leonardo Dantas, relatam que no maracatu eram utilizados instrumentos afunilados tocados com a mão ou baqueta. Também triângulos, alfaias, zambumbas e a corneta de flandre. O nosso baque tem bastantes variações e toques dos orixás. As toadas falam muito sobre a religião.

Como você define Nação?

É a força maior que rege a religião. Na visão da Nação Porto Rico não se separa o candomblé do maracatu, andam no mesmo sentido, respiram o mesmo ar. Os ogans do terreiro são os batuqueiros do maracatu, os batuqueiros do maracatu trabalham dentro do terreiro, é tudo próximo, tudo junto. Nas outras nações costuma-se fazer a separação: profano é o maracatu, religioso a nação. Na Porto Rico não existe essa separação.

Pelas toadas se percebe, se fala muito sobre os orixás. Dona Ivanise (fundadora da Nação Encanto da Alegria) falava muito isso, que o maracatu era a religião dela. E não tem mesmo como separar.

Como você enxerga a responsabilidade do apito?

O mestre de apito tem a mesma responsabilidade que um ogan alagbê, tem que ter muito conhecimento, e compromisso sobre o que vai ser cantado, tocado. Tem a mesma responsabilidade que uma rainha num cortejo, com a diferença de que nem todos os mestres têm compromisso religioso.

E a pesquisa dos grupos, as influências?

A base para estudar o maracatu é o respeito. É preciso muito conhecimento sobre o que se está fazendo. Vocês aí não são Nação, mas estão representando elas, por isso a responsabilidade é muito grande. Os grupos que estudam têm que fazer muita pesquisa, buscar com os mestres, na fonte, porque a tradição oral é o mais valioso nessa cultura. Livros ajudam, mas ficam defasados e não reproduzem totalmente a realidade do que é o maracatu. Conhecer cada nação, seus conceitos, e a questão religiosa é fundamental para um grupo que tem responsabilidade. O conhecimento do candomblé é essencial. Independente de ser de outra religião, tem que saber o que está fazendo. Porque qualquer dia alguém bota um microfone na sua boca e te pergunta o que é maracatu, você vai dizer o quê? Se souber o fundamento vão ver que não é simplesmente uma branquinha, universitária, que toca tambor porque acha bonitinho. Vão ver que você sabe o que está fazendo, que tem responsabilidade, que honra o maracatu.

Você tem mais algum conselho para os grupos?

Nunca utilizar o nome “Nação”, é algo que envolve muito axé, soa como um desrespeito à origem. Também não se deve achar que as nações são como times de futebol: o maracatu é um só. Você pode gostar mais de uma nação, ou de outra, mas deve respeito a todas.

E sobre as influências do maracatu na música, como fez o Nação Zumbi, o que você acha?

Eu acho legal, desde que se tenha consciência, não tenho nada contra, é arte, é música, as nações são as nações, tudo o mais, desde que haja respeito, vem para reforçar o que a gente faz, dar força.

igem. Também não se deve achar que as nações são como times de futebol: o maracatu é um só. Você pode gostar mais de uma nação, ou de outra, mas deve respeito a todas.

E sobre as influências do maracatu na música, como fez o Nação Zumbi, o que você acha?

Eu acho legal, desde que se tenha consciência, não tenho nada contra, é arte, é música, as nações são as nações, tudo o mais, desde que haja respeito, vem para reforçar o que a gente faz, dar força.

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